Guia do Paciente · 2025
Dr. Cesar Augusto Capellari

Rastreamento do Câncer
do Colo do Útero

Entenda o novo protocolo de 2025 com clareza e tranquilidade
Dr. Cesar Augusto Capellari
Ginecologista & Obstetra · CRM 19990-PR | RQE 15575 / 22515
Baseado nas Diretrizes Brasileiras INCA 2025
Introdução

Uma carta para você, minha paciente

Leia isso antes de tudo. É simples, direto e feito com carinho.

Se você chegou até este guia, provavelmente seu médico pediu um exame que você não esperava — ou pediu um diferente daquele que você já estava acostumada. E é completamente natural se perguntar: "Por quê? O que está acontecendo?"

A resposta é simples e boa: a medicina evoluiu. O Brasil acabou de atualizar, em 2025, as Diretrizes Nacionais para o rastreamento do câncer do colo do útero, seguindo a Organização Mundial da Saúde. E essa mudança é para o seu benefício.

A boa notícia de entrada

Pedir um exame a mais não significa que algo está errado com você. Significa que estamos sendo mais cuidadosos, mais inteligentes e mais eficientes na sua proteção.

Este guia foi criado para que você entenda, em linguagem clara, o que mudou, por que mudou e o que cada etapa do seu rastreamento significa. Você merece saber — e entender — o que está acontecendo com o seu corpo.

Com carinho e respeito, Dr. Cesar Augusto Capellari
CRM 19990-PR | RQE 15575 / 22515

Capítulo 1

O que é rastreamento — e por que ele salva vidas

Entenda o conceito antes de entender a mudança.

Rastreamento não é tratamento

Rastrear uma doença significa procurá-la antes que ela apareça. Você não precisa ter nenhum sintoma. Você está bem, se sentindo bem — e exatamente por isso fazemos o exame. O objetivo é encontrar qualquer sinal precoce antes que se torne um problema sério.

Pense assim

O rastreamento é como um detetive que vasculha antes do crime acontecer. Quando encontramos algo precocemente, podemos agir rápido — e o câncer do colo do útero, detectado cedo, tem cura em quase 100% dos casos.

A dimensão do problema no Brasil

O câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer mais comum em mulheres no Brasil. São cerca de 17.000 novos casos por ano. O número que mais preocupa é este: a maioria das mulheres ainda é diagnosticada quando a doença já está avançada.

17mil
novos casos por ano no Brasil
~100%
de chance de cura quando detectado cedo
7.209
óbitos em 2023 — evitáveis com rastreamento

Esses números mostram uma coisa: o rastreamento regular é a arma mais poderosa que temos. E agora temos uma arma ainda mais poderosa.

O papel do HPV — o vírus que você precisa conhecer

O câncer do colo do útero é causado, praticamente em todos os casos, por um vírus chamado HPV (Papilomavírus Humano). É um vírus muito comum — a maioria das pessoas sexualmente ativas vai ter contato com ele em algum momento da vida.

🦠

O que é o HPV?

Um vírus transmitido pelo contato sexual. Existem dezenas de tipos — alguns causam verrugas, outros não causam nada, e alguns poucos (os "oncogênicos") podem, ao longo de anos, originar o câncer.

Como o câncer se desenvolve?

A infecção pelo HPV oncogênico não vira câncer do dia para a noite. O processo leva anos — geralmente mais de 10 anos. Isso nos dá tempo para detectar e tratar antes do câncer aparecer.

Ter HPV não é sentença

A grande maioria das infecções por HPV são eliminadas pelo próprio organismo em 1 a 2 anos. Apenas uma pequena parcela persiste e pode evoluir para lesões.

🛡️

HPV 16 e 18: os mais perigosos

Entre todos os tipos oncogênicos, os tipos 16 e 18 são responsáveis por mais de 77% de todos os cânceres de colo de útero. Por isso, eles têm atenção especial no novo protocolo.

Capítulo 2

O que mudou: do Papanicolaou ao Teste de DNA-HPV

Uma mudança histórica — e por que ela é uma boa notícia para você.

O antigo método: o Papanicolaou

Por décadas, o exame de Papanicolaou (ou "preventivo") foi o principal exame de rastreamento. Nele, o médico coleta células do colo do útero e um laboratório analisa se essas células têm aparência anormal.

Foi e continua sendo um exame muito importante. Mas ele tem uma limitação: ele enxerga o resultado da infecção — células já alteradas — e não o vírus em si.

O novo método: Teste de DNA-HPV

O novo exame vai mais fundo. Ele detecta o material genético do próprio vírus HPV na amostra coletada do seu colo do útero. Ou seja, encontramos o vírus antes mesmo que ele provoque qualquer alteração nas células.

Analogia simples

É como a diferença entre detectar a fumaça de um incêndio (Papanicolaou) e detectar a faísca antes do fogo começar (Teste DNA-HPV). Quanto mais cedo, melhor.

Comparando os dois métodos lado a lado

Característica Papanicolaou (antigo) Teste DNA-HPV (novo)
O que detecta Células com aparência alterada O vírus HPV diretamente
Intervalo recomendado A cada 3 anos A cada 5 anos
Capacidade de detecção Boa 60–70% superior ao Papanicolaou
Segurança entre exames Moderada Alta — maior valor preditivo negativo
Quando começa 25 anos 25 anos
Quando termina 64 anos Após resultado negativo acima dos 60 anos
Recomendado pela OMS? Sendo substituído ✅ Padrão-ouro mundial
💡
Intervalo de 5 anos é seguro — e aqui está o porquê: O novo teste tem uma precisão muito maior que o Papanicolaou. Quando o resultado é negativo, a chance de a doença aparecer nos próximos 5 anos é mínima. Isso é respaldado por estudos com mais de 176.000 mulheres, acompanhadas por até 14 anos.

A genotipagem: o "detalhe" que muda tudo

O teste DNA-HPV não apenas detecta o vírus — ele identifica qual tipo de HPV está presente. Isso se chama genotipagem. E é fundamental porque:

16/18

HPV 16 ou 18 detectado

Esses tipos têm alto poder de causar câncer. Com eles presentes, o risco é suficientemente alto para justificar o encaminhamento direto para a colposcopia — sem esperar por nenhum outro exame.

outros

Outros tipos de HPV oncogênico detectados

Os demais tipos também são oncogênicos, mas têm risco menor. Nesse caso, fazemos um segundo teste — a citologia reflexa — para avaliar se já existem alterações celulares que justifiquem uma investigação mais profunda.

Nenhum HPV oncogênico detectado

Excelente notícia. Você pode aguardar tranquilamente 5 anos para o próximo exame. A chance de desenvolver a doença nesse período é muito baixa.

Capítulo 3

O caminho do rastreamento: passo a passo

Entenda a lógica por trás de cada exame — e por que seu médico pediu o que pediu.

O rastreamento do câncer do colo do útero funciona como um funil inteligente. Começamos com o maior número de mulheres possível e vamos afunilando, etapa por etapa, apenas as que precisam de investigação mais detalhada. Isso evita exames desnecessários — e garante que quem precisa de atenção, a receba.

A sequência completa para mulheres sem fatores de risco especiais

1

🔬 Teste DNA-HPV (o ponto de partida)

Realizado a partir dos 25 anos, a cada 5 anos. Uma amostra do colo do útero é coletada — pelo médico ou pela própria paciente (autocoleta). O laboratório analisa se há HPV oncogênico presente e, se houver, qual o tipo.

2A

✅ Resultado Negativo → Tranquilidade por 5 anos

Nenhum HPV oncogênico foi encontrado. Ótimo! Retorne em 5 anos. Não há nenhuma ação necessária.

2B

⚠️ HPV 16 e/ou 18 Positivo → Colposcopia direta

Esses tipos têm risco elevado. Mesmo que não haja sintomas, o médico a encaminha diretamente para uma colposcopia — um exame especializado que permite visualizar o colo do útero com aumento.

2C

🔍 Outros tipos de HPV → Citologia Reflexa

Risco menor, mas presente. Um segundo exame — o Papanicolaou, realizado na mesma amostra já coletada — avalia se há alterações celulares. Esse é o motivo mais comum pelo qual seu médico pede um exame "a mais".

3

🔬 Citologia Reflexa Alterada → Colposcopia

Se a citologia mostrar alguma alteração (mesmo pequena, como ASC-US), o próximo passo é a colposcopia para verificar de perto se há lesões que precisam de atenção.

3B

✅ Citologia Reflexa Normal → Repetir DNA-HPV em 1 ano

Bom resultado, mas ainda há o vírus presente. Repetimos o teste de DNA-HPV em 12 meses para verificar se a infecção se resolveu sozinha (o que é comum) ou se persiste.

4

🔭 Colposcopia: enxergando de perto

Um exame ginecológico especializado onde o médico usa uma lente de aumento (colposcópio) para examinar o colo do útero com muito mais detalhe. Pode incluir uma biópsia — coleta de um fragmento minúsculo de tecido para análise no laboratório.

5

💊 Tratamento se necessário — ou retorno ao rastreamento

Se for encontrada alguma lesão precursora, ela pode ser tratada nessa fase, prevenindo o desenvolvimento do câncer. Se tudo estiver bem, a paciente retorna ao programa de rastreamento regular.

💚

Lembre-se: cada etapa é uma proteção a mais

Estar em qualquer etapa desse processo não significa que você está doente. Significa que seu médico está sendo criterioso, seguindo a ciência mais atualizada disponível, para cuidar de você com precisão.

Capítulo 4

Por que seu médico pediu um exame a mais?

A resposta mais importante deste guia — explicada com clareza.

Esta é, provavelmente, a pergunta que trouxe você até este guia. Vamos respondê-la de forma direta.

Os cenários mais comuns

🧬 "Meu teste de DNA-HPV deu positivo para outros tipos (não 16/18) — e agora veio a citologia"
Isso é o protocolo correto funcionando perfeitamente. O teste encontrou a presença do HPV, mas de um tipo de risco intermediário. Para saber se esse vírus já está causando alguma alteração nas células, fazemos a citologia reflexa — na maioria das vezes, na própria amostra já coletada, sem precisar voltar ao consultório. É um passo lógico e necessário de investigação.
🔭 "Fiz o Papanicolaou normalmente e agora o médico quer fazer o DNA-HPV também"
A medicina está em transição. Você pode estar num período em que sua região está adotando o novo método. O DNA-HPV é agora o exame prioritário recomendado pelo Ministério da Saúde e pela OMS. Quando os dois testes são pedidos durante a transição, é para garantir que nada seja perdido nessa mudança.
🔬 "O médico pediu colposcopia — devo ficar preocupada?"
Não entre em pânico — mas não ignore também. A colposcopia é um exame de investigação, não de diagnóstico de câncer. A maioria das pacientes encaminhadas para colposcopia não tem câncer — têm alterações que precisam ser vistas de perto e, na maioria das vezes, monitoradas ou tratadas de forma simples e segura.
📅 "Eu já havia feito o Papanicolaou há pouco tempo — por que refazer?"
Porque os exames têm propósitos diferentes. O Papanicolaou analisa as células; o DNA-HPV analisa o vírus. Um resultado normal no Papanicolaou não garante a ausência do HPV. Com a transição para o novo protocolo, é normal que na primeira vez o médico queira estabelecer sua situação atual com o novo método.
"Fiz o DNA-HPV negativo — mas o médico quer repetir em 1 ano. Por quê?"
Isso acontece em situações específicas — por exemplo, se você havia recebido o resultado do DNA-HPV positivo para outros tipos, a citologia foi normal, e agora estamos monitorando se o vírus se resolve. Um resultado negativo após 12 meses significa que você pode retornar ao ciclo de 5 anos. É uma medida de segurança, não de alarme.
A regra de ouro

Um exame a mais, pedido pelo seu médico, nunca é um motivo para desespero. É um motivo para confiança — significa que ele está seguindo o protocolo mais atualizado da ciência médica para cuidar de você.

Capítulo 5

Situações especiais: o que muda para mim?

Algumas pacientes têm protocolos diferentes — veja se você se encaixa.
🤰

Grávidas

O teste DNA-HPV pode ser feito durante o pré-natal — é completamente seguro em qualquer fase da gravidez. Mas se possível, o rastreamento pode ser adiado para a revisão pós-parto, sem riscos.

🌸

Pós-menopausa

As mesmas recomendações valem. A única diferença: se houver atrofia vaginal e a citologia reflexa ficar prejudicada, é recomendado um preparo com estriol vaginal antes de repetir o exame.

⚕️

Imunossuprimidas / HIV

O rastreamento começa após o início da atividade sexual (sem esperar os 25 anos), o intervalo é de 3 anos (não 5), e qualquer tipo de HPV positivo encaminha diretamente para colposcopia.

🏥

Histerectomizadas

Se a histerectomia foi por doença benigna e sem histórico de lesões cervicais, o rastreamento pode ser suspenso. Mas se a cirurgia foi por lesão precursora, mantém-se o rastreamento por pelo menos 25 anos.

📅

Acima de 60 anos

Se o último teste DNA-HPV, acima dos 60 anos, der negativo, o rastreamento pode ser encerrado. Mulheres que nunca foram rastreadas devem fazer pelo menos um teste antes de parar.

🌈

LGBTQIAPN+

As mesmas recomendações se aplicam a todas as pessoas nascidas com sistema reprodutivo feminino, independentemente de identidade de gênero ou orientação sexual.

⚠️
Atenção — sintomas não esperam rastreamento: Se você tiver sangramento vaginal anormal, sangramento após a relação sexual ou qualquer sintoma suspeito, procure seu médico imediatamente, independentemente de quando foi seu último exame. O rastreamento é para mulheres sem sintomas.
Capítulo 6

A vacina contra o HPV — sua aliada no longo prazo

Vacina e rastreamento trabalham juntos — um não substitui o outro.

A vacina protege, o rastreamento confirma

A vacina contra o HPV é uma das conquistas mais importantes da medicina preventiva. Ela protege contra os tipos mais perigosos do vírus — especialmente o 16 e o 18. Mas ela não elimina a necessidade de rastreamento, por duas razões principais:

Razão 1: Tipos não cobertos

A vacina protege contra os principais tipos de HPV, mas não contra todos. O rastreamento continua importante para os tipos não incluídos na vacinação.

Razão 2: Vacinação incompleta ou tardia

Muitas mulheres adultas não foram vacinadas na adolescência — seja porque a vacina ainda não estava disponível ou por problemas de cobertura. O rastreamento é igualmente importante para elas.

Quem pode se vacinar?

Atualmente, pelo SUS, a vacina é disponibilizada para meninas e meninos de 9 a 14 anos — e também para pessoas imunossuprimidas e vítimas de violência sexual até os 45 anos. Mesmo fora do SUS, é possível vacinar-se em clínicas privadas.

🛡️

Vacinada ou não — continue se rastreando

O rastreamento com o novo teste DNA-HPV não depende do seu histórico de vacinação. Toda mulher de 25 a 60 anos deve realizar o exame regularmente. A vacina reduz o risco; o rastreamento garante a detecção precoce.

Capítulo 7

Perguntas frequentes

As dúvidas mais comuns — respondidas com objetividade.
😟 Recebi HPV positivo. Isso significa que tenho câncer?
Não. O teste positivo significa que você tem o vírus HPV presente no momento da coleta. Isso é muito diferente de ter câncer. A grande maioria das mulheres com HPV positivo não desenvolve câncer — o organismo elimina o vírus naturalmente na maioria dos casos. O teste positivo é um aviso para que possamos investigar melhor, e não um diagnóstico de doença.
👫 Meu parceiro precisa fazer algum exame?
O HPV é muito comum entre pessoas sexualmente ativas. Não há como determinar quando ou de quem a infecção foi transmitida — e isso não é relevante para o tratamento. Homens podem se vacinar e devem fazer acompanhamento médico regular. O diagnóstico de HPV em você não implica culpa ou infidelidade.
🔄 A cada 5 anos não é muito tempo? E se algo aparecer no meio?
O intervalo de 5 anos é baseado em evidências científicas sólidas. O teste DNA-HPV tem um valor preditivo negativo muito alto — quando o resultado é negativo, a probabilidade de desenvolver a doença nos próximos 5 anos é extremamente baixa. Se aparecerem sintomas (sangramento anormal, por exemplo), você deve buscar o médico antes desse prazo, independentemente do rastreamento.
🏠 O que é autocoleta? Posso fazer em casa?
A autocoleta é uma modalidade em que a própria paciente coleta a amostra vaginal, sem necessidade de espéculo. É uma opção especialmente útil para mulheres que têm dificuldade de acesso às unidades de saúde, ou por questões de mobilidade, trabalho ou outros impedimentos. A precisão é semelhante à coleta feita por profissional. Mas atenção: se for necessária a citologia reflexa, uma nova coleta profissional será precisa.
📋 Nunca fiz o Papanicolaou. Começo direto pelo DNA-HPV?
Sim! Se você tem entre 25 e 60 anos e nunca fez rastreamento — ou não faz há mais de 3 anos — o DNA-HPV é agora o exame indicado. Não é preciso "começar pelo Papanicolaou". Converse com seu médico, que vai indicar o caminho correto.
🔬 Dói fazer o exame DNA-HPV?
A coleta é feita da mesma forma que o Papanicolaou — com espéculo e escovinha. O desconforto é semelhante ou até menor. Na autocoleta, sequer é necessário o espéculo.
Resumo

O que você precisa guardar deste guia

Seis pontos essenciais — simples e diretos.
01

O novo exame é melhor

O teste DNA-HPV detecta o vírus com 60–70% mais precisão que o Papanicolaou. É o padrão-ouro recomendado pela OMS e pelo Ministério da Saúde desde 2025.

02

A cada 5 anos — não mais a cada 3

Com o novo exame, o intervalo entre rastreamentos aumentou de 3 para 5 anos. Isso é seguro, econômico e baseado em evidências científicas robustas.

03

HPV positivo não é sentença

A maioria das infecções por HPV é eliminada pelo organismo. Positivo significa que precisamos investigar — não que você está doente ou vai desenvolver câncer.

04

O exame "a mais" faz parte do protocolo

A citologia reflexa, a colposcopia, a repetição do DNA-HPV em 1 ano — tudo isso é parte lógica e necessária do rastreamento. Não é exagero; é ciência funcionando.

05

Comece aos 25 anos — ou agora, se estiver atrasada

Se você tem entre 25 e 60 anos e não fez exame nos últimos 3 anos (ou nunca fez), converse com seu médico hoje. Não adie.

06

Sintomas? Não espere o rastreamento

Sangramento fora do período menstrual ou após a relação sexual? Vá ao médico imediatamente. Rastreamento é para quem não tem sintomas.

❤️

Cuide-se. Você tem o direito de entender seu próprio corpo.

Cada exame pedido pelo seu médico é um ato de cuidado. Agora que você entende a lógica por trás do processo, pode participar com mais tranquilidade e confiança da sua própria saúde.

Agendar consulta Compartilhar guia